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Por um triz

Ontem, às 21:50, enfrentaram-se no Mineirão, Atlético-MG e Palmeiras, pelo Brasileirão. Diante de 51 mil pessoas o Atlético não superou as espectativas de seus adeptos. Mas foi por pouco.

No inicio da partida parecia que a equipe paulista pressionaria, ao contrário do que seria normal e com o gol de Éder Luis, após a falha de Marcos, isso realmente se efetivou.

Os alviverdes tinham maior posse da bola e levavam maior perigo, os mineiros apostando nos contra-ataques, porém o adversário marcava muito forte o meio-campo. Nas poucas vezes que os donos da casa passavam do meio campo palmeirense, a bola chegava aos pés do atacante Éder Luis, que prendia a mesma, e consequentemente perdia. As melhores chances do Atlético saiam dos pés de Renan Oliveira e Serginho. Um dos destaques do jogo, o volante Serginho jogou com muita vontade, aliada a sua velocidade e pouca técnica. Em questões de visão de jogo o jogador deixa a desejar, porém supera com a raça.

As oportunidades do lado palmeirense apareciam todas as vezes que a bola passava nos pés de Diego Souza. O meia driblava, dava passes majestosos, e comandou as forças ofensivas alviverdes, sendo coroado com um belíssimo passe para o gol de Ortigoza.

Na volta do segundo tempo, o Atlético voltou melhor, atacava mais, mas criava poucas oportunidades reais. Aos poucos o time foi perdendo esse dominio e passou a deixar os visitantes mais com a bola nos pés. Celso Roth demorou para mecher. Até que Thiago Feltri sofreu pênalti, batido e perdido por Renan Oliveira, que pediu a Junior para bater.

Após uma paradinha infortuna, Renan bateu mau, e o goleiro Marcos defendeu. A torcida começou a vaiar o jogador, que no primeiro momento se abateu junto com toda a equipe, porém após pouco tempo ele volta a ser produtivo e cria a única oportunidade real de gol atleticana no segundo tempo que é desperdiçada por Feltri. Após essa jogada, o técnico do Atlético, Celso Roth, tira Renan para a entrada de Pedro Oldoni que quase não participou. Junior saiu em seguida após atuação apagada e deu lugar a Tchô, que chamou mais o jogo, porém foi muito lento. Serginho machucou-se em seguida e o Atlético mudou de esquema para o 3-5-2, o que não tirou a apatia do time, que possibilitou ao Palmeiras boas chances de gol.

Muricy começou a mexer na equipe apenas depois dos 35 minutos, para gastar tempo. Os visitantes pareciam gostar do resultado, e os mineiros sem força para reagir.

O jogo terminou assim, um pouco apático, e o Atlético sentindo muito a perda da penalidade. O principal destaque da partida foi o árbitro, que apitou de forma escandalosa, com milhares de erros, foi com certeza o destaque negativo da partida que tinha tudo para ser excelente. Bruno o goleiro estreante apareceu bem em alguns momentos e não comprometeu. Apenas falhou após pegar com a mão uma bola que, segundo o árbitro da partida, foi recuada intencionalmente por Renan.

Depois da partida muita insatisfação dos atleticanos, que esperavam uma vitória nessa partida para voltar a brigar na liderança, que agora ficou longe.

As chances atleticanas de título despencaram após este empate, porém não se pode abaixar a cabeça, pois ainda está muito bem na briga para a classificação para a Libertadores da América.

Bola pra frente, e rumo ao próximo objetivo!

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